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A
coluna sobre trabalho é feita pelos editores do site. Se
você quer comentar ou tirar alguma dúvida, faça-o
através do link "contato".
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Plantação
Quando
criança, morando na roça, sempre ajudei a minha mãe
(meio a contragosto...) com as plantações de milho,
feijão, pipoca, batatas... e em todas elas a “receita
de sucesso” era sempre a mesma:
Ingredientes:
1)
terra
2)
semente ou muda
3)
adubo
4)
ferramentas (enxada)
Modo
de fazer:
Plante as sementes ou mudas na terra, cerca de 4 dedos abaixo do
nível. Cubra com terra. Deixe descansar, dê tempo para
que o broto apareça.
Quando o broto começar a surgir, com uma enxada puxe um pouco
de terra para mais perto dele, dando assim condições
para que cresça de modo livre e saudável, e no futuro
possa dar bons frutos. Não esqueça de adubar para
fortalecer seu crescimento. Neste mesmo processo, retire as ervas
daninhas, de preferência arranque pela raiz e jogue em um
monte para que seque e morra, e assim não possa prejudicar
os brotos que darão frutos e justificarão todo o trabalho
e investimento.
Cuidado para não arrancar o broto plantado e sim as ervas
daninhas! O resultado da colheita depende muito de saber diferenciar
os brotos plantados das ervas daninhas, pois elas impedem o crescimento
livre e podem acabar com toda uma plantação. Dê
atenção à sua roça e assim terás
as chances de retorno de investimento muito maiores.
Somos terra, somos semente, somos broto ou árvore e também
somos erva daninha ou agricultor. Se somos terra, tenhamos cuidado
com o que estamos produzindo. Se somos sementes ou brotos, tenhamos
sorte de encontrar terra boa e agricultor cuidadoso, e façamos
nossa parte. Se somos erva daninha, que saibamos dar lugar a quem
realmente vai produzir frutos. Mas, se formos agricultores e investirmos
para a colheita, sejamos muito cuidadosos com o que estamos cultivando.
Resiliência
e desistência.
Sempre
fala-se muito em resiliência, quem não sabe do que
isso se trata pode buscar aqui mesmo no site, nesta coluna, mais
abaixo.
O mundo mudou, as empresas mudaram, as pessoas mudaram. Gerações
diferentes dividem o escritório, gente que nunca tinha pensado
em possuir coisas como celular, notebook e internet divide espaço
com pessoas que, se perguntadas quando isso tudo foi inventado dirão:
“mas sempre existiram...”.
O mundo mudou. Drasticamente.
Uma vez as empresas tinham bens. Máquinas, carros, equipamentos
grandes, pesados e barulhentos. Elas somavam o custo de tudo isso
pra dizer quanto a empresa valia. Hoje, temos empresas que não
tem sequer um escritório, horários, e algumas das
mais valiosas do mundo no momento. Mas então cadê o
valor dela?
NAS PESSOAS!!
Pessoas. Gente. Colaboradores e funcionários (cada um com
sua devida designação). As pessoas que estão
com um notebook e um celular conectados à internet em algum
lugar do mundo, quem sabe até sem mesa... criando, difundindo,
ajudando a conectar outras pessoas.
É, o mundo mudou.
Mudanças são necessárias. São resiliência
também. Sentir o choque, recompor-se. Cair, levantar. Quanto
mais rápido melhor – como tudo aliás.
Então vemos pessoas que estão acostumadas com isso
tudo, com todas as mudanças e não se transformam em
cacos quando isso acontece – elas desistem. Mas elas não
tem resiliência? De certa forma, tem. Só que uma resiliência
diferente. Elas desistem, não discutem, descem os ombros
e perdem o brilho no olhar e daí em diante aconteça
o que acontecer tá tudo ok. É sim, uma forma de resiliência.
Digam que não... mas é. Nos protegemos assim, voltamos
a levantar assim. Cair sem resistir provoca menos fraturas segundo
um ortopedista... ao menos em quedas de moto.
Cair faz parte. Sejamos elegantes, então. Vamos ao menos
manter a compostura e, caso a briga não valha a pena, não
levantemos apenas para dizer que estamos de pé. Ou vamos
lutar ou ficamos no chão.
Resiliência não é desistência, mas desistência
pode ser uma forma de resiliência. A pior, mas pode.
Abraço.
O
que você vende?

Dando um treinamento de liderança hoje ao meio-dia, me deparei
com o slide acima que fala da diferença do que vendemos:
grãos, grãos moídos e empacotados, grãos
moídos e preparados para o consumo imediato ou uma experiência
tão saborosa que nem lembramos que era um ... “grão”??
Então comecei a pensar: eu, me vejo como? E o que eu vendo
é qual deles?
Sendo assim, o que vendo pode ser caro ou barato. O grão
custa bem menos do que o capuccino, a margem de lucro do segundo
é muito maior e justamente porque é uma EXPERIÊNCIA.
Jach Welch uma vez disse que : “Os Clientes querem o MELHOR
DO MUNDO ou o MAIS BARATO. Entre esses extremos NÃO EXISTE
ESPAÇO PARA MAIS NADA”. O que você vende? E quando
falamos do profissional que você é, você é
o melhor ou o mais barato?
Não existe espaço para commoddity, não existe
espaço para quem não “compra, lustra e vende
mais caro” como as maçãs. E essa “lustrada”
cabe ao vendedor, pois a empresa pode até oferecer o cappuccino,
mas enquanto o cliente se decide por qual café tomar você
pode falar do que é experimentar um bom cappuccino. E daí
entra VOCÊ, porque na descrição do café
estará assim: “Um terço de café expresso,
um terço de leite vaporizado e um terço de espuma
de leite vaporizado.” mas podemos dizer assim: “é
um café expresso, mas com um pouco de leite e uma baita espuma
em cima, ele é mais cremoso, mais suave que um café
normal. Só de sentir o cheirinho sua boa enche de saliva,
e é muito bom beber devagarinho sentindo o gostinho da espuma
que fica em cima. Se você quiser, posso até colocar
um chantilly ao invés da espuma de leite, vai ficar maravilhoso.
Quer?”
Quanto você pagaria pela descrição que o menu
trouxe? E pela segunda descrição?
Então, eu poderia ter olhado o slide e esquecido o assunto,
mas resolvi dar um print, transformar em figura, colocar um texto
e enviar pra vocês.
Não sei, mas acho que vale mais agora... hehehe.
EXCELENTES
VENDAS!!!
O
Custo e o Valor
Minha
Yoga não custa muito mas seu valor é inestimável.
Comprei um celular para que minha mãe se comunique mais facilmente
com meu irmão que mora muito longe. Paguei pouco mas vale
muito, creio que um dos mais valiosos presentes que já dei
a ela.
Eu
custo menos do que valho pra empresa, creio que todos vocês
que estão lendo essa coluna também pensam assim. Essa
condição é normal do ser humano, achar que
não está sendo valorizado à altura. Mas você,
que é patrão, que está do lado de lá
da mesa, que tem uma visão mais abrangente do seu negócio
e dos seus colaboradores, o que vê? Vê colaboradores
que valem mais do que custam ou que custam mais do que valem? O
ideal seria a equiparação, valer o que custa, mas
daí teríamos alguns valendo muito pouco. Hehehe...
me passou pela cabeça agora quanto o país deixaria
de gastar com alguns políticos........
Bom,
no caso de você olhar pra si mesmo com olhar de dono e ver
que pode ganhar mais valendo mais, está na sua mão
a mudança do seu destino. Valha mais!! Corra atrás
de resultados e mostre ao seu chefe que você vale muito mais
do que ganha. Assim como você pode, ao comprar algum item,
barganhar o seu preço, pode também lutar por um salário
melhor caso veja que realmente faz a diferença. Tudo começa
na nossa atitude, então mãos a obra!
Resolver
problemas
Hoje, conversando com uma amiga, ela me disse que eu não
deveria “deixar que os problemões que aparecem me deixassem
obcecada por resolvê-los todos, todos os dias”. Fiquei
pensando. Na hora, não soube o que dizer e agora sou sincera
em dizer que ainda não sei. Mas que isso pra mim soa estranho,
soa. Puxa vida, se não fui contratada pra resolver problemas,
pra que então? E indo para uma visão mais ampla, quem
não foi??? Qual é a empresa que contrata alguém
e essa pessoa NÃO vai resolver problemas???
Resolver problemas é o que, no meu ponto de vista, torna
um profissional valioso, praticamente insubstituível. Na
sua grande maioria e parece que a cada dia mais as pessoas estão
tão acomodadas e tudo está tão à mão
e tão descartável que resolver problemas já
é uma coisa que não é mais tão importante,
parece. Vai-se trabalhar porque afinal precisamos de dinheiro, esperamos
os dias passarem e PIMBA!! Chega o grande dia do pagamento. E assim
partimos rumo ao próximo grande dia, sucessivamente... e
os problemas da empresa podem se amontoar, afinal são problemas
da empresa e não nossos, e vão se amontoando e crescendo
até ficarem maiores que a empresa e PIMBA!! A empresa acaba
e estamos sem emprego. “Fala sério! Eu sabia que aquela
empresa não ia longe, muito problema, ta loco. Mas agora
vou achar um emprego mais tranqüilo, quero curtir meu seguro-desemprego,
fazer uns bicos por fora enquanto isso e depois arrumo uma coisa
melhor.”
Aposto que você leu e riu. Claro, alguém que lê
textos como este com certeza não vive essa realidade do segundo
parágrafo, com certeza ri disso porque é tão
óbvio o final da história e mais óbvio ainda
que o erro não é do personagem principal. Que aliás
muitas vezes não é personagem principal da própria
história!!
Ah, problemas... eu pessoalmente vivo reclamando dos problemas mas
o que seria de mim sem eles? Reclamo deles assim como no verão
reclamo do calor e no inverno reclamo do fio, quando temos 30°
prefiro o inverno e nos congelantes 2° morro de saudade do calor
ou sonho com o dia em que vou morar em Salvador, viver de renda
e curtir a vida. Ah, esse dia.......... realmente um sonho se eu
não me mexer agora e resolver uma pilha de problemas amontoados
na minha mesa, emails nas minhas 4, 5 contas e mais algumas pessoas
no telefone (ou pessoalmente) querendo falar comigo. E vamos e frente,
a cada problema resolvido um a menos, e já tem mais dois,
e vamo que vamo.
É assim, e o melhor de tudo é que quanto mais problemas
somos capazes de resolver, mais crescemos na empresa e mais e maiores
problemas aparecem. Tipo aqueles filmes de kung fu que o mocinho
começa a brigar com um e de repente tem 20 inimigos ao redor,
mas ele não se apavora... respira fundo e dê-lhe soco
e pontapé e no fim tudo acaba bem. Creiam, não tem
problema capaz de derrubar uma pessoa que tem convicção
de onde quer chegar, que sabe onde vai e o que quer.
Lidar com problemas, lidar com crise, com falta de grana... é
assim que nos tornamos mais fortes, afinal, pra ter força
é necessário carregar peso.
Força a todos, grande abraço!
Atacantes,
artilheiros, vendedores e meta-killers
Futebol
é igual a vendas, artilheiro tipo Romário (para quem
tem parceiros indicadores), artilheiros tipo Kaká (buscam,
participam de tudo, dão passes e fazem os seus). Tem jogador
de meio de campeonato que vai bem até a coisa ficar séria
e daí param, jogador de zaga que apenas ajuda pra não
perder.
Os mais valiosos do time SEMPRE são os artilheiros. Gol vale
dinheiro. Vale prêmio no vestiário, bônus no
fim do campeonato dentro e fora do clube. Vale briga de clubes,
propostas fantásticas, vidas de sonho.
Uma equipe de vendas deve ter apenas artilheiros, goleadores. Se
vc é tipo “Romário”, faça parcerias
pq alguém vai ter que te dar a venda quase pronta. Se vc
é tipo Kaká, esteja sempre 100% fisicamente, treine,
corra. Sangue nos olhos, essa é a expressão. Os times
campeões, os primeiros colocados, tem artilheiros em campo.
Eles fazem a diferença, eles motivam a torcida, impelem o
resto do time, e quando sai um gol é bonito ver a vibração
do goleiro que, quanto menos solicitado, melhor. Uma empresa com
equipe de vendas só pode se permitir ter goleadores, buscadores
de resultado, meta-killers (matadores de metas), ou alguma coisa
está errada. Em nenhum campeonato do mundo pode existir um
time sem alguém que faça essa diferença de
FAZER GOLS. Esse time acaba, termina, sem torcida pois ninguém
torce pra perdedor. Perdedor não tem brilho, perdedor não
faz seu caminho, perdedores vão pra casa mais cedo, sem campeonato
pra jogar.
Nesta copa tivemos uma pequena polêmica em torno da bola que
seria usada. A tal JABULANI. Claro, o Julio Cesar avisou que a bola
era ruim, vai ver por isso o Brasil saiu da copa tão cedo.
Sim, porque para um pentacampeão saiu MUITO cedo. O problema
era a bola? A equipe? Tínhamos artilheiro?? A outra pequena
polêmica foi na escalação do Dunga, que não
chamou vários... ARTILHEIROS. E lá se vai mais uma
copa. 4 anos de preparação, mto treino e nada aconteceu.
Você treina? Se prepara? Pra vendedor a preparação
é ler, entender o “ser humano”, entender o produto
que vende, gostar do que faz. O vendedor é muito bom ou é
um fiasco. Vendedor mais ou menos é... FIASCO. Vendedor sai
de casa de manhã com fome de venda, se barbeia e olha nos
seus próprios olhos e vê muuuita fome de venda. Se
arruma pra ir trabalhar como quem veste armadura, pega seu talão
de pedidos e diz: “tchau, talão, te prepara pra morrer!!!”
Só se ganha copa com gol, muito gol. E a copa das vendas,
só com muitas, muitas vendas. Não possíveis
vendas, prováveis, mas FEITAS. CONTRATOS ASSINADOS. E as
galera quer ARTILHEIROS, os times querem ARTILHEIROS, senão
todo mundo vai pra casa beeeeeem cedo. E sem taça. E sem
glamour, passeio no carro dos bombeiros, ... já eras!!
No campeonato brasileiro, uma vitória vale 3 pontos. TRÊS!!
Empate vale 1 (ou... prêmio de consolação) e
derrota, claro, vale 0!!
Se você for vendedor, é atacante. Agora... ser ARTILHEIRO
é pra quem quer mais!!!!!
O
que VOCÊ quer?
Gerenciando
processos e liderando canalhas - site
administradores.com
As
dificuldades de um gestor vão muito além do entraves
do mercado, cobrança de clientes, organização
do ambiente de trabalho etc, temos hoje no gerente o papel de responsável
único e exclusivo por resultados, bom clima, satisfação
entre outros, e ainda ter que liderar canalhas é uma tarefa
árdua.
Por Luiz Felipe Torcatto Zanella
Estava
eu a ler outro dia, um artigo sobre liderança como muitos
que vemos a todo o momento e descobri que o que se espera de um
líder nos dias de hoje é uma postura de super-homem.
E digo isso porque todos os artigos que li definiam o líder
como único responsável pelo sucesso ou não
da empresa e isso ainda em graus menores como num departamento também.
O
líder era colocado como a pessoa responsável por motivar,
incentivar, ensinar, dar as diretrizes, coordenar etc. Até
aí nenhum problema, mas quando se gerencia processos, tem-se
uma facilidade maior no trato, visto que processos não desanimam,
não se desmotivam, não contestam, não brigam.
Mas pessoas são um pouco mais complicadas e o sucesso ou
insucesso de um grupo depende de todos e de cada um. E ao líder
foi atribuído papel de resgatar os liderados de todo e qualquer
poço, de fazê-los trabalhar eficazmente a qualquer
custo, mas sem usar a repressão.
Não
podendo me conformar com o conceito acima, busquei a reflexão
para pensar que o papel que atribuímos hoje aos nossos líderes
é extremamente cruel, devido à quantidade de responsabilidade
que jogamos sobre vossos ombros sem imaginar que o líder
não pode ser o único responsável de um insucesso,
pois como dito antes, o sucesso depende de todos como grupo e de
cada um individualmente.
Sendo
assim, acredito que para o líder foi atribuído papel
frustrante, pois ele depende do grupo e por este tudo deve ser feito,
mas e se o grupo não quiser fazê-lo? Há a demissão,
correto. Mas e se for no serviço público por exemplo?
Aí não tem saída? Eu não sei qual a
melhor saída, mas vemos líderes sendo demitidos, escorraçados
das empresas onde trabalham e carreiras são destruídas
porque não prestaram atenção às necessidades
do líder. Muitas das condições necessárias
aos funcionários para o bom desempenho de sua função
não podem ser proporcionadas pelo líder de um departamento,
mas somente pela organização como um todo.
Temos
hoje o exemplo perfeito dos treinadores de futebol no Brasil, que
são demitidos por pura insatisfação dos jogadores
que são os responsáveis por demonstrar o trabalho
do líder (técnico) e se não o fazem, surge
apenas um culpado. A equipe tem que se doar, independentemente de
quem seja seu comandante. Isso é ponto pacífico.
E
aí é que entra o papel do funcionário canalha.
Aquele funcionário que não acredita ou não
quer acreditar no trabalho do líder, que não está
disposto a mudanças, que não importa-se mais com a
organização. Temos que trabalhar os funcionários
diz a gestão de pessoas, dando-lhes todo suporte afetivo,
emocional e cognitivo para seu desenvolvimento e produção,
mas como em qualquer lugar como podemos lidar com funcionários
canalhas?
A
essa pergunta que norteia o texto eu diria que o líder tem
que estar atento às manifestações dos funcionários
e ao menor sinal de descontentamento tem que se posicionar podendo
ser flexível ou não, vai depender da situação,
mas tem que prestar atenção para que uma pequena insatisfação
não vire um mar de problemas.
Acredito
ainda que aquele que não acredita no trabalho do líder,
deve procurar seu lugar, pois é pelo trabalho da organização
que confia um cargo a alguém que se produz todos os dias
e que interesse pode haver de melhor que crescer e ser reconhecido
não por criticar um líder, mas por ser protagonista
de um caso de sucesso. Temos que nos re-avaliar enquanto liderados.
Luiz
é administrador de empresas registrado no CRA/SC e consultor
de empresas vide: http://www.inovaconsultores.adm.br/
2010
e os empregos.
O noticiário já anuncia aumento no número de
empregos com carteira assinada e isso demonstra um certo crescimento
brasileiro. Claro, o que sempre foi o “país do futuro”
um dia teria que ser o país do presente.
Você que está trabalhando, se preocupa em investir
no aperfeiçoamento, estuda, lê, se mantém informado
de tudo, ainda assim tem a impressão as vezes de que está
ficando pra trás? Não se sinta só, a velocidade
da informação hoje em dia faz com que nunca estejamos
totalmente a par dos acontecimentos. O mundo se transformou numa
aldeia global e isso faz com que as peripécias de algum milionário
excêntrico americano se torne parte do nosso dia-a-dia através
dos sites de notícias que sempre necessitam de alguma fofoquinha
para atrair mais audiência.
2010 não vai ser diferente nas notícias ruins, mas
pode ser diferente nas boas. Você já pensou em, além
de cumprir com as obrigações do dia-a-dia fazer alguma
coisa por alguém? Não é difícil encontrar
um modo de ser mais solidário, poderia fazer algum serviço
para alguma instituição (aqui em Teutônia mesmo
temos asilos, creches, etc) e tornar um dia mais prazeroso pra alguém?
Vc toca violão? Toque umas musiquinhas nem que seja 1x por
mês, isso fará muita diferença... PARA VOCÊ!!
Tornar-se importante pra alguém faz com que nos sintamos
mais importantes pra nós mesmos também.
Aumentou o numero de pessoas com carteira assinada. Oxalá
as pessoas se tornassem gratas e quisessem expressar essa gratidão
fazendo alguma coisa pelo próximo. Com certeza 2010 finalizaria
com um marco mais legal do que apenas crescimento de empregos: teríamos
crescimento de auto-estima, de prazer, de satisfação,
de amor ...
Pense nisso. E, caso esse texto te toque, AJA.
Feliz 2010 a todos!!
...
e o erro é de quem???
Uma
coisa muito comum não só nas empresas como na vida
pessoal é observarmos pessoas que insistem em errar os mesmos
erros. Geralmente a pessoa não consegue se avaliar de fora
pra dentro e assim acaba não percebendo que comete esses
mesmos erros com freqüência, acaba se prejudicando e
tornando-se retraída, sempre procurando, como defesa, apontar
a falha nos outros.
Num âmbito geral isso acontece, pessoal e profissionalmente,
e psicólogos afirmam que pessoas com dificuldades para enxergar
os próprios erros geralmente foram superprotegidos na infância
e acostumaram-se a ter seus erros atribuídos a outras pessoas.
Agora, adultos, se superprotegem e nem notam, pois na sua natureza
nada é mais normal do que continuar fazendo o que seus pais
faziam. Somos sempre compelidos a continuar na educação
que recebemos (isso o Freud já nos dizia) e portanto tomemos
ciência da importância que a educação
tem na vida da geração que vem depois de nós,
nossos filhos ou não. Se pudermos contribuir de forma positiva
na educação de alguém com certeza estamos preparando
melhor um profissional e uma pessoa.
Um exercício ótimo para que possamos nos conscientizar
mais das nossas ações e tomar atitudes para nos melhorarmos
é a auto-avaliação de fora pra dentro. Explico:
quando algum problema surgir, procure não encontrar culpados
e sim soluções e caso esteja diretamente envolvido
no problema, procure imaginar que você é outra pessoa,
qualquer um, avalie seus atos um por um friamente e caso veja que
teve culpa no erro, não permita que isso se torne um peso.
Absolva-se e siga em frente tomando mais cuidado. Com essa simples
atitude podemos criar em nós pessoas mais conscientes dos
seus atos e nos surpreender com a quantidade cada vez menor de erros
iguais que cometemos.
Mas lembre-se. Perdoe-se por ter errado. Isso é o mais importante.
Um abraço!
Vida
profissional
Ultimamente
tenho visto constantemente a mistura entre vida pessoal e profissional,
se torna maior a cada dia e é tanta que por muitas vezes
as pessoas não sabem diferenciar colegas de trabalho de amigos,
e levam um certo tempo pra pensar no que fariam no seu tempo livre.
Falo daqueles que estão em constante aperfeiçoamento,
que dispõe do seu tempo para aprender mais e se aperfeiçoar.
No meu caso, lido com equipes e para isso nunca aprenderei tudo,
mas isso não me torna alguém que não precise
mais estudar sobre isso, pois até mesmo os humanos são
seres que podem ser compreendidos se observados a fundo.
Acabo lendo sobre psicologia, sobre a bíblia, sobre quase
tudo que já escreveram. Atualmente leio 2 livros juntos,
um sobre Yôga e outro sobre Salomão (aquele da bíblia).
Não, não sou uma pessoa religiosa, mas sou uma das
pessoas que mais acreditam e confiam em Deus que eu conheço.
Nessa mistura de coisas eu aprendo bastante sobre minha vida particular.
Leio sobre a minha vida profissional mas quando vejo to usando na
minha vida pessoal. Assim como no meu aniversário havia vários
dos meus colegas e tenho alguns como amigos. Sou uma dessas pessoas
confusas.
Mas vejo pela seguinte ótica: gosto de onde trabalho e lido
com amigos e não colegas. Há exceções
claro, mas geralmente é assim. Gosto disso assim.
Amigos, tornem-se cultos e, como diz na minha agenda HOJE: “Se
você não quer ser esquecido quando morrer, escreva
coisas que vale a pena ler ou faça coisas que vale a pena
escrever.” Benjamin Franklin, claro!
Abraços!!
Você
sabe o que é resiliência? Não?
Segundo dicionário Aurélio, é “a propriedade
onde a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida
quando cessa a tensão causadora de tal de formação
elástica”. Tipo...... um balão, que você
enche, e depois quando esvazia volta ao seu “estado natural”.
Ou uma mola, que sofre pressão mas depois volta a se erguer
e fica normal. Existe um ditado que diz que a árvore mais
forte é a que se inclina com o vento e depois volta a se
erguer. Claro, em termos de árvores sabemos que quanto mais
dura, mais fácil de quebrar com o vento; ela resiste e se
o vento for mais forte, quebra. Não se dobra.
Tá, mas e o que resiliência tem a ver com uma coluna
sobre trabalho?
Ah... mas pare e pense: no trabalho você com certeza sofre
pressão. E o que acontece com você? Quebra? Você
consegue voltar ao seu estado normal ou seu corpo acaba pagando
pelo stress? Muito se ouve falar nos males do stress, como gastrite,
insônia, falta ou excesso de apetite e vai ainda além
do seu âmbito físico, faz com que muitos briguem em
casa, se desentendam com a família e amigos, etc. Ou seja,
você inteirinho racha como um vidro e, como um vidro, é
complicadíssimo voltar depois de rachado.
Procurei na net e encontrei algumas dicas para que você possa
se tornar mais resiliente e torne a sua vida melhor. Aqui vão
elas:
• Mentalizar seu projeto de vida, mesmo que não possa
ser colocado em prática imediatamente. Sonhar com seu projeto
é confortante e reduz a ansiedade
• Aprender e adotar métodos práticos de relaxamento
e meditação
• Praticar esporte para aumentar o ânimo e a disposição.
Os exercícios aumentam endorfinas e testosterona que, conseqüentemente,
proporcionam sensação de bem-estar
• Procurar manter o lar em harmonia, pois este é o
"ponto de apoio para recuperar-se"
• Aproveitar parte do tempo para ampliar os conhecimentos,
pois isso aumenta a autoconfiança
• Transformar-se em um otimista incurável, visualizando
sempre um futuro bom
• Assumir riscos (ter coragem)
• Tornar-se um "sobrevivente" repleto de recursos
no mercado profissional
• Apurar o senso de humor (desarmar os pessimistas)
• Separar bem quem você é e o que faz
• Usar a criatividade para quebrar a rotina
• Examinar e sobre a sua relação com o dinheiro
• Permitir-se sentir dor, recuar e, às vezes, enfraquecer
para em seguida retornar ao estado original .
Sempre procure equilibrar sua vida, mantendo harmonia e tranqüilidade.
Aqui mesmo, no site, você tem a coluna de Yôga e pode
começar a se tornar mais resiliente utilizando as técnicas
que ela oferece.
Resiliência é uma das chaves. Ninguém nasce
assim, mas podemos nos tornar o que quisermos.
Um abraço!! Sucesso!!!
Empregabilidade
Desde
que as pessoas começaram a trabalhar em troca de moedas (nem
sempre muitas...), têm-se observado que o ser humano como
empregado tem sido visto como um produto. Duvida? Explico:
Quando conseguimos nosso primeiro emprego geralmente somos tratados
como aquele produto de uma marca nova, situação onde
nosso "patrão" pensa: "vamos dar uma chance
a ele e ver o que acontece". A partir desse momento cabe a
nós superar tão pequena expectativa ou apenas pensar
"legal, estou empregado" e deixar que o período
da experiência mostre ao nosso superior hierárquico
que não somos bons o suficiente para continuar. Entendeu?
Caso possamos entender de cara já que aquela é uma
oportunidade para ser aproveitada ao máximo, tornando-nos
surpreendentes positivamente e superando as expectativas, com certeza
estaremos nos mantendo no campo da empregabilidade. Bom pra nós.
E como produtos que somos, temos que nos aperfeiçoar para
podermos cobrar mais por nós mesmos. Essa é uma das
chaves do sucesso. Geralmente acontece isso com as marcas ou produtos
que conhecemos: aperfeiçoadas valem mais, e quem compra não
se importa de pagar um pouco a mais por saber que a qualidade compensa.
Você, com certeza, tem suas marcas preferidas e mesmo que
custem mais caro, compra essas.
O mercado de trabalho mudou muito rapidamente nos últimos
anos, e assim como temos apenas um aparelho que serve por 3, 4,
5... assim também um profissional precisa ser completo. Uma
secretária precisa entender que qualificando-se em informática,
línguas, atendimento e gerenciamento, poderá se tornar
mais do que apenas uma secretária, poderá ser uma
assessora para assuntos variados e, assim, crescer usando aquela
pequena oportunidade que surgiu. Na minha opinião hoje é
fácil se destacar, porque o destaque exige o esforço
de nos aperfeiçoarmos sempre, incansavelmente, sermos eternos
aprendizes dentro e fora do nosso ramo.
Você, que leu esta coluna, pare e pense um pouco se não
está deixando seu produto "você" atrás
da concorrência. Se estiver, não reclame quando for
trocado por outro...
Um abraço e até a próxima! Topo
Empregabilidade
II
Segundo
dados, a idade dos trabalhadores tende a aumentar. Isso já
aconteceu em vários países do mundo, principalmente
na Europa. E por que isso acontece?
Na verdade, nos últimos anos as pessoas têm cada vez
menos filhos. E você deve saber disso caso preste atenção
ao seu redor. Uma vez as pessoas tinham 8, 10 filhos, mais ou menos
que isso mas na média cada família tinha uns 6. Hoje
em dia, o mais comum é que os casais tenham apenas um filho,
e isso é fácil de se explicar visto que educação,
saúde, lazer, alimentação, etc, são
caros. Nos países da Europa já há alguns anos
vêm-se percebendo isso e por isso as pessoas ficam mais tempo
"na ativa". Olhando para esses países, pode-se
traçar uma previsão de que aqui no Brasil a coisa
não será diferente, e você que está lendo
essa coluna e eu que a escrevo provavelmente trabalharemos em nossos
empregos mais tempos que nossos pais. A própria previdência,
que hoje já acumula débitos, deve se extinguir ou
ser mais seletiva para aposentadorias.
Cuide de seu emprego, mas cuide mais de si, como foi falado na outra
coluna você é seu produto e precisa aperfeiçoá-lo
sempre, senão corre o risco de perder seu cliente (seu empregador).
E como a grama do vizinho é sempre mais verde, você
verá os outros crescerem e ficará aí parado
ou vai dar jeito de se melhorar e cuidar da sua grama?
Um abraço!! Topo
Ação
O ser humano, desde os primórdios, tem uma tendência
natural à paralisação. Tudo nos paralisa: medo,
surpresa, decepção. Ficamos parados enquanto assimilamos
o que está acontecendo, e imagino que isso se deva a algum
estímulo orgânico (sei lá, talvez o sangue que
corre pelo nosso corpo precise ir em maior quantidade ao cérebro
e por isso paramos... se realmente existe um porquê e alguém
de vocês saiba, por favor me esclareça).
Eis que, então, para que as coisas aconteçam, necessitamos
de um empurrãozinho. E nisso também se aplicam as
cobranças no nosso trabalho. Aquele puxão de orelhas
do nosso chefe às vezes pode ser apenas uma sacudida pra
tirar de nós a poeira que se acumula em quem está
parado. Ação, pessoal!!!!! Não podemos assistir
as coisas acontecerem ao nosso redor sem agirmos, precisamos nós
mesmos romper a necessidade que temos de que alguém nos mande
agir, e começar a agir por conta.
Fala-se muito em empreendedorismo, e nada mais é do que ação.
Seu chefe por mais defeitos que tenha, tinha um plano em mente e
uma graninha na mão e iniciou um negócio. Ele fez.
Ele agiu, provavelmente se informou sobre o assunto, aprendeu coisas
e montou uma equipe, e mais do que ganhar dinheiro com a idéia
ele quer que a coisa funcione direitinho para que funcione durante
muito tempo. Assim começa todo grande negócio.
Acesse o site www.botaprafazer.gov.br e veja histórias simples
de pessoas como eu e você, que tinham uma idéia na
cabeça e não deixaram que ela fosse simplesmente um
sonho. Empreender, assim como paralisar, é natural do ser
humano; mas para a primeira precisamos de AÇÃO!!
Um abraço e vamo que vamo!!!!!!!! Topo
Crise
Ando ouvindo falar em crise a todo o instante, e como li certa vez,
está cheio de "galinhas pessimistas" por aí
correndo pelo galinheiro e gritando: "O céu vai cair,
o céu vai cair". Também não posso ignorar
os fatos e dizer que a crise não existe, mas prefiro aqui
contar uma historinha que me parece sempre coerente quando se trata
de assuntos de crise:
Havia um senhor, que trabalhava como vendedor de cachorros-quentes
em uma cidadezinha do interior. Ele vendia em média 100 cachorros-quentes
por dia no seu ponto comercial, e com o que ganhava conseguia custear
os estudos do seu filho, que estudava na cidade grande. Eis que
um final de semana seu filho retorna muito preocupado, e pergunta:
- Papai, como estão as vendas dos cachorros-quentes?
- Estão bem, meu filho, por quê?
- Por causa da crise, Pai. Se as coisas estão bem por aqui
é melhor se preparar, porque tá todo mundo comentando
que essa crise vai abalar toda a economia!
Assim, preocupado com a crise, o vendedor de cachorros-quentes decidiu
no próximo dia preparar menos lanches, porque com certeza
iria sobrar e ele não poderia perder dinheiro. Então,
na segunda-feira comprou o suficiente para 70 cachorros-quentes,
na terça para apenas 60, na quarta para apenas 30. Seus fregueses
do final do dia chegavam para pedir comida e ela já havia
acabado, e assim eles acabaram procurando outro vendedor de lanche
para poder matar a sua fome.
No final da terceira semana, já quase sem clientes, o velho
senhor chamou seu filho e disse:
- É, filho, você tinha razão... essa crise abalou
mesmo a economia...
Na verdade muito disso acontece por aí. Por acreditar em
tudo que se ouve, crê-se que tudo está perdido. A notícia
ruim dá sempre mais ibope, e muitas vezes preferimos nos
deixar levar pelo pessimismo do que acreditar que a coisa não
é bem essa. Quantas vezes vemos o caso de alguém que
está perdendo tudo que tem enfrentando problemas no trabalho
e nas finanças e, bem ao seu lado, alguém que está
prosperando? Creia mais em si. Como os chineses já sabem
há muito tempo, em toda crise temos uma grande oportunidade.
Muitos empresários bem-sucedidos começaram vendendo
doces, roupas ou serviços indo de casa em casa porque precisavam
de dinheiro, e acabaram descobrindo uma grande oportunidade de negócio.
Um grande abraço e acredite: não há crise mais
forte do que você. Topo
Lazer
X Trabalho
Vem
por aí o dia do trabalho, e nada mais justo que se tenha
um dia dedicado a isso porque trabalhamos pelo menos um terço
do nosso dia.
Parando pra pensar, um terço do dia é muita coisa,
visto que outro terço teoricamente dormimos (as famosas 8
horas diárias de sono). Sobram mais 8 que seriam, teoricamente,
para lazer.
Bom, tendo em vista que as coisas são bem separadas (trabalho
e lazer), e a hora do sono é (ou deveria ser) sagrada, são
16 horas que temos acordados. Claro, alguns de nós trabalham
mais do que 8 horas diárias, eu diria que a maioria na verdade,
então sugiro que mudemos nossa mentalidade para poder aproveitar
as 16 horas sem separação de trabalho e lazer. Ah,
sim, você vai dizer, mas como? Simples. Pego como exemplo
uma frase: Faça o que gosta e não trabalharás
um dia sequer em sua vida. Frase feita, não sei quem disse,
mas é bem isso aí.
Eu sou uma das pessoas privilegiadas que se confundem quando outros
dizem que trabalha horas demais. Me parece que não, nem é
tanto assim, das 7 da manhã as 7 da noite (meia-hora de almoço)
nem parece tanto porque várias vezes durante o dia eu faço
o que mais gosto: ouvir pessoas, ajudá-las, fazer com que
as coisas andem. As vezes é das 7 as 21 mas... e daí?
Eu gosto, claro que me canso e tem dias que sinto quase não
ser mais capaz de seguir, mas daí vem um final de semana
ou um feriado (como esse do dia 01/05) e eu faço o que também
adoro: ler, tomar chimarrão e converasar. Opa, mas isso eu
faço no meu trabalho também... puxa vida, me confundi
de novo...
Fica aqui a dica: desde cedo, desde hoje, agora, concentre-se em
você mesmo e veja do que você gosta. Aperfeiçoe-se
nisso, visto que será um prazer saber mais sobre aquilo que
te dá prazer, seja melhor que o melhor que você conhece.
Daí siga fazendo o que mais gosta e ganhando pra isso, e
confunda-se no lazer e no trabalho. Quando perceber, você
será um dos que NÃO estão na fila do lamento
chorando porque é infeliz, porque trabalha demais, ... Topo
Gerenciamento
de pessoas? Liderança!!
No
mundo corporativo atual uma das maiores dificuldades que as empresas
enfrentam é a comunicação interna. Criam-se
grandes estratégias de marketing, gastam-se horrores em publicidade
para que a empresa se comunique de forma eficiente com seus clientes,
mas internamente a história é outra.
Visto pelo prisma de que há 50 anos atrás as pessoas
trabalhavam em empresas em regime semi-militar, cada um com sua
função cumprindo como máquinas as suas respectivas
tarefas, essa mudança de perfil dos colaboradores pegou de
surpresa administradores ainda formados com o antigo perfil ou criados
vendo seus pais como tarefeiros em empresas com essa visão
antiga.
Hoje os profissionais que estão entrando no negócio
acabam sofrendo muito com essa nova forma de pensar, porque viram
seus pais em situações diferentes, aprenderam outra
coisa na vida e na faculdade e agora encontram uma realidade completamente
diferente. Esses são os gerentes e gestores que vão
perdendo qualidade de vida, se estressando, acabam até querendo
desistir ou achando que erraram quando escolheram essa profissão.
Meus caros amigos, digo a vocês que o mundo mudou rapidamente
em todos os sentidos e hoje graças à inserção
maior de mulheres no mercado de trabalho não basta apenas
mandar fazer alguma coisa, precisa-se explicar o porquê disso.
Sim, as mulheres funcionam assim, as chefes mulheres sempre querem
explicar e as colaboradoras mulheres sempre querem explicação.
Agora, para lidar bem com a gerência não basta ser
um ótimo fazedor daquilo que a equipe faz, mais do que isso
é necessário que se seja muito bom em relacionamentos.
Isso explica por que existem tantos gerentes que não sabem
como se faz tal coisa mas são ótimos mesmo assim,
as pessoas os seguem como líderes e os respeitam e simplesmente
porque com seu “saber humano” consegue conquistá-las.
Fica a dica: aprenda a se relacionar, o resto virá por conseqüência.
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